Mais um dia de confusão?

A palavra que parece definir o dia de hoje é CONFUSÃO.

Há algo no ar que eu não sei precisar. Parece que tem algo se esgueirando, querendo chegar. Talvez uma necessidade crescente de experienciar algo… Mas o quê?

Eu sempre me pergunto o quanto eu posso confiar nesses sentimentos. Ainda não existe clareza suficiente para confiar absolutamente no que o corpo tenta comunicar. E está tudo bem!

É importante honrar cada momento pelo que ele é. Respeitar a sensação recebida. No entanto, se ainda há dúvidas, eu as deixo vir e analiso o que isso quer dizer. Por que me falta confiança nessa situação? Onde eu posso trabalhar para que, na próxima ocorrência, eu só sinta entrega?

É uma necessidade perpétua aprender a SE OUVIR, SE SENTIR, SE PERMITIR ESTAR. Cada dia deve ser abraçado pelo que trouxer. Se hoje eu me sinto confusa, eu reconheço e aceito. Amanhã o sentimento será outro.

Eu senti algo agora. As energias parecem “encolhidas”. Muitas vezes eu sou capaz de sentir a vibração que vem dos outros na minha direção, mas hoje há silêncio. Isso pode explicar a sensação de que algo acontece nos bastidores. A energia se prepara para algum movimento? Não sei dizer.

Por aqui, parece que antigos conceitos e intenções continuam a ruir. O passado traz uma frase muito falada e diz: “Você achou que não, mas te chamamos para ir exatamente naquela direção”. Você bate o pé e mantém a palavra ou simplesmente muda o rumo da jornada?

Eu não temo mudar de ideia. Nós evoluímos continuamente e aquilo que colocamos no mundo num momento, pode não fazer mais sentido para nós depois. Não é errado repensar suas escolhas; isso só traz confirmação de que seu objetivo está sendo alcançado e de que há progresso sendo realizado na sua própria evolução.

Entretanto, mantenha-se firme à sua própria validação. Não se permita tomar o caminho que o outro tenta definir para você, e sim, aquele que o chama. Como saber? Eu sinto o meu corpo e o meu campo, e, se não há reação imediata, tudo está no lugar que deveria estar. Se há alguma reação, eu medito sobre ela. Às vezes é só uma resposta do ego dizendo que eu não sou capaz, não mereço, e aí eu converso com ele, mas sigo o movimento.

Eu sei quando algo é para mim; o chamado pode ser fraco, mas meu corpo tem me ajudado a decidir. A mente ainda duvida e faz a boca dizer coisas precipitadamente, mas sentar e sentir me guia para onde eu quero ir.

E, de novo, você se permitiu sentir seu corpo, seus sentimentos hoje?

08 de dezembro, 20h20

Até mais.

Deixe um comentário

quatro + dez =