Cansaço. Se há algum processo acontecendo à minha volta, só o corpo sabe. Há silêncio no ar. Ainda assim, algo parece me apressar…
“Silêncio!”, uma voz entoa. E eu vejo um guerreiro com espada erguida chamando para a guerra. Espada na mão direita, escudo na esquerda.
É hora de silenciar e aguardar o chamado que irá chegar. E não, eles não são literais e a guerra não é física. A guerra é um processo energético de “lutar” contra aquilo que nos prende à 3D para então finalmente percebermos quem realmente somos, sem o véu da ilusão.
Se o chamado chegar, você está pronto para lutar? Está pronto para enfrentar as crenças que o impedem de ver sua perfeição, que o impedem de sentir o amor universal e que o prendem na falta em vez da abundância?
Eles nos chamam para o movimento. Permita-se tentar. Não é do dia para a noite que poderemos nos libertar daquilo que carregamos, mas que já não nos serve. O importante aqui é dar o passo e estar aberto para fazer o processo. E só.
É simples e direto, na teoria; no entanto, na prática, requer se abrir para o novo e sentir quem você é. Mas nós fomos ensinados que o que é nosso é menos importante, que é egoísmo pensar em si mesmo, que tem muita gente precisando mais que a gente. Se você quer ajudar, comece ajudando a você mesmo e, então, completo, inteiro e cheio de amor, você poderá fazer mais pelo outro.
De novo o entendimento que sempre volta: comece o processo por você!
É isso por hoje. Mal consigo manter meus olhos abertos…
17 de dezembro, 19h55